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quarta-feira, 27 de junho de 2018

Os centros de interesse

Os centros de interesse  constituem um método globalizado e interdisciplinar, pois interagem as atividades discentes  e os conteúdos, fazendo-os convergir para o mesmo eixo ou centro  do trabalho cognitivo. Partem  do interesse do educando, que é o principal  elemento afetivo para  a aquisição do conhecimento, e aproveitam os fatos  de sua vida cotidiana.
Esse método  foi criado por Ovídio  Decroly, onde  há  três  etapas fundamentais  na abordagem de um tema  ou assunto aplicado em sala de aula.
ASSOCIAÇÃO, OBSERVAÇÃO E EXPRESSÃO.
Seguindo esse método, fica o registro de um dos muitos momentos   vivenciados em sala de aula,
posso afirmar que, a leitura proporcionada  sobre esse tema  me fez entender melhor a minha prática  docente.
Com uma simples  hora do conto  várias atividades foram elaboradas  como por exemplo  teatro de fantoche, jogo do numeral/quantidade, conversação  sobre a importância da  alimentação saudável e por final  a degustação  do sanduíche coletivo.
A turma se envolveu muito, durante a semana  e nas atividades que foram executadas, foram momentos de muitas trocas e aprendizagens por ambas partes.
Momentos que ficarão marcados na memória.
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Referências 

CINEL, Nora Cecília Bocaccio. Centros de Interesse: estratégia utiliza multidisciplinaridade para o desenvolvimento global. Revista do Professor, Porto Alegre, n. 78, ano 20, p. 32-36, abr./jun. 2004. 

domingo, 27 de maio de 2018

A pintura na educação infantil



 A Educação Infantil possui o ambiente certo para o desenvolvimento da expressão, pois possui um espaço onde a criatividade e as imaginações ganham forma. 
Fazendo com que as crianças, desde cedo possam se interagir entre elas, sabendo assim trabalhar em grupo.



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A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, pessoas sentadas, criança, atividades ao ar livre e natureza A interação com o mundo dos objetos fará com que a criança utilize a Arte como forma de manifestação espontânea.A pintura na Educação Infantil possibilitará com que a criança ao tocar no pincel e fazer movimentos no papel, possa, por exemplo, começar a conhecer e aprimorar a sua coordenação motora, conhecer novas cores, desenvolver novas formas através da sua imaginação e podendo explorar esta forma de arte, não apenas com o pincel, mas com as mãos também. Tornando toda a metodologia empregada pelo professor bem divertida.

sábado, 28 de abril de 2018

Inovação Pedagogica

       O texto inovações pedagógicas e a reconfiguração de saberes no ensinar  no aprender  na Universidade, nos apresenta uma prática  de inovação pedagógica só pode ser compreendida se estudada no local onde os fenômenos ocorrem e se valendo de instrumentos etnográficos (observação participante) que busquem entender de dentro como eles acontecem.
       A Inovação pedagógica é necessário que haja mudanças qualitativas nas práticas pedagógicas, sejam dos ambientes físicos ou virtuais de aprendizagem. Essas mudanças envolvem um posicionamento crítico diante das concepções da escola tradicional e busca a criação de contextos de aprendizagem inovadores, diferentes da escola tradicional, que insiste no modelo de se criar contextos de ensino, mantendo sempre o foco no professor e não no aprendiz.
      A inovação pedagógica se traduz em novas ideias e concepções para se entender e atuar no processo de aprendizagem em ambientes escolares ou não. Portanto, a inovação implica diretamente nas práticas pedagógicas e não em reformas curriculares ou mudanças programáticas, ainda que elas possam sugerir ou até mesmo nortear-nos no rumo das mudanças qualitativas nesse, sentido podemos perceber que a inovação pedagógica ela é considerada uma concepção epistemológica construtivista.


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REFERÊNCIAS

TARDIF, Maurice. “Lugar e sentido dos conhecimentos universitários na formação dos profissionais do ensino”. In GARRIDO, Susane, CUNHA, Maria Isabel da, GUE  MARTINI, Jussara (orgs). Rumos da Educação Superior. São Leopoldo, Ed.  Unisinos, 2002.

domingo, 15 de abril de 2018

TAYLORISMO E FORDISMO FRAGMENTAÇÃO DOS PROCESSOS DE PRODUÇÃO E NA CULTURA ESCOLAR



  No texto de abertura, Hilton Japiassu nos fala da compartimentalização dos saberes e da importância do trabalho integrado. 
            Os textos são extremamente importantes porque remete-nos a um período onde as relações de trabalho começaram a ser modificadas, a Revolução Industrial. Esse movimento levou a Europa a drásticas mudanças relacionadas as relações de trabalho estabelecidas entre os donos dos meios de produção e os proletários. No início da Revolução Industrial, os operários viviam em péssimas condições de vida e trabalho.
            O ambiente das fábricas era insalubre, assim como os cortiços onde muitos trabalhadores viviam. A jornadas de trabalho chegava a 80 horas semanais, e os salários variavam em torno de 2,5 vezes o nível de subsistência. Para mulheres e crianças, submetidos ao mesmo número de horas e às mesmas condições de trabalho, os salários eram ainda mais baixos. A produção em larga escala e dividida em etapas iria distanciar cada vez mais o trabalhador do produto final, já que cada grupo de trabalhadores passava a dominar apenas uma etapa da produção, mas sua produtividade ficava maior.
            Tudo isto se relaciona diretamente com a fragmentação da cultura escolar, pois quando fragmentada a educação perde muito de sua real capacidade de modificar as velhas e retrogradas estruturas da sociedade tradicional. Essa fragmentação foi construída, tendo um objetivo muito claro, o de massificar a sociedade, fazendo com que ela não enxergue e não compreenda sua real importância no quadro social. Quando ocorre a fragmentação da cultura, acontece um estranhamento do indivíduo, que passa a não valorizar qualquer cultura que não seja a sua, fato que acaba afastando as pessoas, podendo gerar diversos tipos de preconceitos e discriminação.
            Alguns movimentos que surgiram no século XX, serviram para reafirmar e aprimorar aquilo que se iniciou com a revolução industrial, a exploração desumana da mão de obra e a obtenção máxima de lucratividade, é o caso do Taylorismo e do Fordismo. Frederick Taylor e Henri Ford reinventaram a sistemática de manufatura. Apesar dos salários terem aumentado bastante, ainda não condizia com o que era produzido pelos trabalhadores, e prevalecia a mais valia.
            Hoje existe uma luta para que a interdisciplinaridade e a multidisciplinariedade imperem nas escolas brasileiras, mas existem muitos movimentos conservadores, tradicionais, que causam entraves, não permitindo que ocorra a reestruturação e a democratização da educação do Brasil. Isso ocorre porque alguns grupos, que tem interesse na estagnação intelectual da sociedade, agem politicamente para manter essas estruturas antiquadas.

AQUISIÇÃO DA LINGUAGEM

Aquisição da linguagem conforme as teorias: Inatista , Interacionista e estudos linguísticos 




Referências

BONIN, L.F.R. (1996). A teoria histórico cultural e condições biológicas. São Paulo (Brasil), Tese de Doutorado, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

CAMPBELL, R. & GRIEVE, R. Royal investigations of the origin of language. Historiographia Linguística. Amsterdam, John Benjamins, v. ½, n. IX, 1982.

CARPENTER, M., Nagell, K., & Tomasello, M.(1998). Social cognition, joint attention, and communicative competence from 9 to 15 months of age. Monographs of the Society for Research in Child Development, 63 ( 4, serial No. 255 ).

CHOMSKY, N. Syntact structures. Aspects of a theory of syntax.Cambridge, MIT Press, 1965.

¬¬¬______. Language and mind ( 2ºed. ), 1972.

ELMAN, J. L. Bates, E. A., Johnson, M. H., Karmiloff-Smith, A., Parisi, D., & Plunkett, K. Rethiking innateness: A connectionist perspective on development.
Cambridge, MA: MIT Press, 1996.

MOLON, S.I. (1995). A questão da subjetividade e da constituição do sujeito nas reflexões de Vygotsky. São Paulo, Dissertação de Mestrado, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

PINKER, Steven. O instinto da linguagem: como a mente cria a linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 2002.

SCARPA, Ester Mirian. Aquisição da linguagem. In: MUSSALIM, Fernanda; BENTES, Ana Cristina. Introdução à lingüística: domínios e fronteiras. São Paulo: Cortez, 2001. V. 2.

SKINNER, B. F. Verbal behavior. Englewood Cliffs, Prentice- Hall, 1957. . In: MUSSALIM, Fernanda; BENTES, Ana Cristina. Introdução à lingüística: domínios e fronteiras. São Paulo: Cortez, 2001. V. 2.

STERNBERG, Robert J. Psicologia cognitiva / Robert J. Sternberg; tradução Roberto Cataldo Costa. ? 4. Ed. ? Porto Alegre: Artmed, 2008.

VYGOTSKY, Lev. S. Pensamento e Linguagem. 3ªed. São Paulo: Martins Fontes, 2005.
Revisado por Editor do Webartigos.com

AQUISIÇÃO DA LINGUAGEM


sábado, 31 de março de 2018

7 SEMESTRE

Iniciando  o 7 semestre de Pedagogia,  com muitas aprendizagens, desafios, muita leitura e com certeza muita reflexão sobre a nossa prática docente.
Conhecer novos autores,recursos e didáticas. Formas de deixar a nossa sala de aula mais prazerosa e acima de tudo envolver e mostrar aos  nossos alunos o uso da tecnologia, e claro sempre levando em  conta todas as aprendizagens adquiridas ao longo desse curso, proporcionando aos nossos alunos uma  aprendizagem mais significativa e envolvente.