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sábado, 2 de dezembro de 2017

INCLUSÃO E ACESSIBILIDADE

                         Resultado de imagem para imagem de acessibilidade
A inclusão social e a acessibilidade de pessoas com deficiência no Brasil ainda é um assunto polêmico, o seu conceito está diretamente ligado aos recursos oferecidos a estes indivíduos e, como tal inserção é feita dentro da comunidade. Nos dias atuais, algumas iniciativas governamentais contemplam os direitos dessas pessoas, porém, mesmo contando com pequenos avanços legais é sabido que ainda são enormes os desafios e que são precárias e incipientes as soluções perante tamanha demanda. Trabalhar tais questões dentro de estabelecimentos educacionais, então, é algo ainda mais difícil, pois nem sempre essas instituições são adaptadas e amparadas a prestar um serviço de qualidade, seja no que tange a adequação do ambiente físico ou na qualificação dos profissionais da educação. Quando se pensa na palavra acessibilidade, surgem ideias, apenas, das convencionais rampas de acesso, ou das vagas de estacionamento garantidas e, quando o seu foco é o ambiente escolar, as diretrizes não mudam muito e, muitas vezes não se nota que o deficiente físico necessita de uma estrutura bem mais ampla, ou seja, de apoio psicológico, social, além de respeito e de igualdade perante os outros indivíduos. A escola é, sem dúvida, um ambiente de socialização, e permitir que os deficientes físicos compartilhem conhecimento não apenas por meio dos livros, mas também por meio do contato social com todos é extremamente importante, não apenas para eles, mas para o todo, já que as trocas de experiências tendem a ser recíprocas. É preciso compreender que o direito de manter uma vida social e educacional com a mesma qualidade e vivacidade é direito de qualquer ser humano, sendo assim, a busca por alternativas que minimizem essas dificuldades é dever do Estado assim como de todo cidadão.
A Lei da Acessibilidade foi criada para garantir direitos igualitários assim como possibilitar que as pessoas com necessidades especiais, mantenham uma qualidade de vida adequada, possibilitando a eles acesso a todos os espaços. A Lei determina regras básicas para que o deficiente tenha condições físicas de conviver e usufruir a vida como qualquer outro indivíduo da sociedade.
No entanto, analisando o material sobre a acessibilidade, podemos chegar a conclusão que as leis que garantem e determinam um acesso facilitado está muito distante da realidade e percebemos  nessas pessoas  portadoras  que muitas vezes  se sentem desmotivadas, rejeitadas pela sociedade, mas a falta de acessibilidade nas escolas e a falta  de  profissionais qualificados e como num todo é um dos motivos, dentre muitos outros, que fazem crianças e adultos desistirem da educação.


quarta-feira, 15 de novembro de 2017

PRODUÇÃO DO VÍDEO - ÉTNICO- RACIAL

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Fazer a produção de um vídeo  sobre Questões Étnico- raciais.
Exige  uma responsabilidade  muito grande, pois nos dias de hoje temos várias questões que precisam ser abordadas.
Mas na nossa questão resolvemos nos dedicar e mostrar um pouco da realidade vivida  no continente africano, a Educação para os Refugiados.
No link abaixo segue a produção do vídeo sobre Questões Étnico- raciais.

              EDUCAÇÃO PARA REFUGIADOS 
https://www.youtube.com/watch?v=a6qhn1O3dxE&t=1s


domingo, 12 de novembro de 2017

Transtornos Globais do Desenvolvimento

                     
          Estes transtornos trazem para a vida da criança uma série de dificuldades na questão de interação social. As crianças com TGD possuem dificuldade em iniciar uma conversa, contato visual, e aversão ao toque. Geralmente brincam sozinhas, preferindo não socializar com outras crianças durante as atividades. Os Transtornos Globais do Desenvolvimento também são responsáveis pela falta de concentração e algumas vezes na dificuldade de coordenação motora, acessos de agressividade, mudanças de humor, e variações de atenção. Uma criança que possui Transtornos Globais do Desenvolvimento também apresenta dificuldades na comunicação oral, ao comunicar-se através de gestos ou a mania de repetir a fala de outras pessoas.
            Por possuírem um comportamento diferente de outros alunos, o estudante que apresenta algumas das características do TGD, precisa de uma atenção especial e receber um tratamento em que ele seja incluído nas mesmas classes dos alunos que se encontram na mesma faixa de idade que a dele. O educador deve trabalhar para que este estudante seja assistido e acompanhado de forma a se sentir integrado ao ambiente escolar, mesmo diante de suas diferenças em acompanhar o que é ensinado em sala de aula. Conhecer e identificar os comportamentos de um aluno com Transtornos Globais do Desenvolvimento é o primeiro passo para um educador que deseja trabalhar por uma educação mais inclusiva.

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

A VIDA FRÁGIL E DELICADA NO CAMPO DE REFUGIADOS DA ÁFRICA


Durante quase seis anos,  meu tio Paulo jesuíta, trabalhou no Serviço Jesuíta aos Refugiados em Angola e, de 2008 até final de janeiro de 2011, ocupou a função de diretor nacional do Serviço Jesuíta aos Refugiados, em Angola. Entre os projetos que participou em Angola junto ao SJR está a Assistência Jurídica Gratuita aos Requerentes de Asilo e Refugiados, uma parceria com o Acnur e o governo angolano. O serviço destina-se àqueles que buscam proteção e refúgio legal e proporcionou uma experiência marcante para  para o meu tio.

Durante sua jornada, o irmão jesuíta , que é formado em Direito, ajudou a construir quatro escolas e viu de perto a luta pela sobrevivência em um dos países da África em que a guerra civil de 27 anos produziu muitos refugiados. 
O início da jornada
“Quando fui para Angola, em 2005, pedi para trabalhar no Serviço Jesuita aos Refugiados - SJR e sabia pouco sobre a África. Sabia que encontraria uma missão jesuítica que já implementava e desenvolvia alguns projetos, mas não imaginava como seria o desafio. Desde 1996, o Serviço Jesuíta aos Refugiados estava lá, ou seja, em plena guerra civil, se estabeleceu no país assim como outras organizações de ajuda humanitária. Inicialmente, protegendo a vida dos angolanos e buscando encontrar a melhor forma de estar junto com os mais fracos e necessitados. O SJR se mantém com uma equipe de colaboradores devidamente preprarados, entre eles a maioria já viveu a guerra de perto e hoje retribui com suas vidas a outros africanos que buscam proteção e refúgio em Angola. Em 2002 veio a paz e milhares de Angolanos estavam deslocados internamente no seu país e inúmeros fora de Angola. 
Com a paz, em 2002, iniciou o processo de regresso dos angolanos e, lentamente, alguns retornaram, mas tinham medo de que a paz não fosse verdadeira e segura.
 Na época em que vivi no país, fizemos atividades de resolução de conflitos entre famílias para viverem a paz. Assim, iniciaram suas vidas nas condições e sofrimentos que carregaram no seu coraçao ferido. Ainda havia muitas pessoas que queriam vingar-se daqueles que tinham provocado a mortes de seus queridos e familiares. Convidamos e recomendamos estas pessoas a participarem de atividades de reconciliação. Era preciso procurar encontrar uma solução para perdoar o irmão africano e levar a vida adiante. Realizaram-se muitos seminários e formação com o enfoque perdoar-se mutuamente e reconstruir a sua vida com o que sobrou e viver em paz. A ideia era viver os últimos anos e deixar uma vida melhor para seus filhos e netos.
O desafio de construir escolas



        
“Quando cheguei, recebi a missão de construir quatro escolas na fronteira com a Zâmbia, destinados aos angolanos refugiados que regressaram da Zâmbia. Já havia outras em alguns locais, mas eram construções provissórias de paus e capim. A intenção da construção das quatro escolas era de os filhos e adultos apreendesem a lígua oficial o português. Pois, após tantos anos na Zâmbia, falavam inglês e suas líguas maternas, principalmente o luvale e o chocwe. Escolhemos o método de ensino  Dom Bosco dos Salesianos, que faz uma pessoa falar e aprender o português em três meses.
 A vida neste ambiente era frágil e delicada. Pois, tudo era quase mato, não havia luz elétrica, a água potável estava longe, os serviços de saúde precários e a malária atacava muitas pessoas - desta eu tambÉ

No início, tinha de apreender muito para entender um pouco da cultura local e africana. Era estranho chegar em uma comunidade e propor a construção de uma escola. As pessoas com tantas necessidades não queriam ajudar na construção. Por que em meio de tanta necessidade as pessoas estavam indispostas? Esta era uma pergunta que não saía da minha cabeça dia e noite. Foi quando certo dia uma senhora de mais idade, respeitada na comunidade e muito sábia, me explicou o motivo, e disse: Estamos cansados de construir escolas, pois a guerra sempre destrói tudo. Será que a paz é definitiva e a guerra não volta mais e podemos confiar e estabelecermos aqui nesta comunidade. Depois de mais algumas conversas, eles começaram a mostrar interesse, apoiar e ajudar com muito carinho, o que é próprio do africano. No local já tinham colegas do SJR que conseguiram comprar algum material de contrução, tal como cimento, blocos de barro secos ao sol, zinco. Com a ajuda local construímos as quatro escolas, que ficaram bonitas. Não sou construtor, mas tínhamos uma ideia de como fazê-las, morávamos numa casa no interior. Éramos bem acolhidos no local porque éramos pessoas que transmitíamos esperança e poderiam contar conosco, vivemos nas mesmas condições e riscos como eles. Além do mais, a nossa presença também simbolizava que a paz era verdadeira pelo fato de as pessoas estrangeiras estarem com eles em um local distante de tudo. Além disso, os meios de comunicação não existiam e as notícias e novidades eram transmitidas verbalmente. Éramos um sinal de que havia segurança e de paz.”
 
Campos de refugiados


“Em Angola não há campo de refugiados. Na verdade, é um dos poucos países da África que não os tem, entretanto, há alguns centros de acolhimento. O refugiado é uma pessoa que deixa seu país  for falta de proteção da sua e vida e busca desesperadamente um país que o acolhe e lhe proporciona proteção. Em Angola havia muitos deslocados internos no próprio país, não usufruindo da proteção internacional como os demais refugiados, e, sim, passando por sofrimentos muito piores, tais como fome, insegurança, ataques, mortes e todo tipo de violência e insegurança, usados principalmente para soldados na guerra civil. 
O leste do país, por exemplo, foi a região mais afetada pela guerra, e as pessoas fugiram para os países vizinhos ou então quem conseguia passar pelas minas e tantos outros obstáculos veio para a capital, Luanda, que cresceu muito e de forma irregular. 

No tempo da guerra civil cerca de 800 mil angolanos se refugiavam em outros países. Sem falar naqueles que fugiram de qualquer maneira e sem registros. De 2003 até 2007 haviam regressado 409.450 refugiados. Agora, em 2011, esta previsto o retorno de mais angolanos na condição de refugiado, sendo 111.589 da República Democrática do Congo, 2.653 deo Congo, 5.904 da Namíbia, 506 de Botswana, 16.267 da Zâmbia o que toliza um número de 137.919 para pessoas retornarem para seu país, Angola. Existem ainda muitos angolanos refugiados na Europa e nas Américas. Por exemplo, no Brasil existem 1.688 angolanos na condição de refugiado.
 Afinal, as pessoas começavam a derrubar o mato e a construir uma casinha qualquer. O africano sente e deseja muito encontrar a sua tradição, costumes, amigos e voltar para as origens, onde pais e seus antepassados viviam. Eles queriam voltar para essa terra. Nem sempre era possível localizar o lugar e, às vezes, o local já estava ocupado por outras pessoas. Devemos sempre ter em mente como fica um lugar abandonado por mais de 30 anos, com guerra e destruição.
Conflitos constantes


“Enterrávamos refugiados falecidos e ajudávamos muitas pessoas doentes, sem remédio. Muitos imploravam ao Serviço Jesuíta aos Refugiados e outras organizações, igrejas por auxílio, para serem levados ao hospital e tantas outras necessidades. Sem falar que a malária e outras doenças tropicais são constantes na região, e mães e crianças morriam com freqüência.
Outra questão era o fato de a Angola, mesmo tendo milhares de refugiados e deslocados internos, ao mesmo tempo ainda recebia pessoas na mesma condição, principalmente da Ruanda, Costa do Marfim, Sera Leoa e dos Congos. Muitos entraram pela fronteira do país em plena guerra civil, se juntavam aos soldados que lutavam. A intenção única era sobreviver e chegar um dia na cidade de Luanda como um porto seguro e de esperança para reconstruir suas vidas.”

Angola tem atualmente aproximadamente 14 mil refugiados e 4 mil solicitantes de asilo. A maioria vem da República Democrática do Congo, seguido por Costa do Marfim, Congo-Brazzaville e outros países, como Chade, Ruanda, Burundi, Uganda, Serra Leoa, Guiné, Guiné-Bissau, Burkina Fasso, República Centro-Africana e Somália. Estas pessoas estão fugindo, principalmente, de conflitos políticos e étnicos e buscam Angola porque o país é signatário das Convenções Internacionais e, portanto, procura oferecer condições de proteção legal e solidariedade. São estas pessoas a quem dedicamos o nosso trabalho e aos seus filhos que nasceram em Angola e muitos na condição de apátridas. Mas se está buscando soluções para que estes deixam de ser apátridas e tenham uma nacionalidade e documentos.”
Busca pela paz

“Com a paz vieram as oportunidades, as empresas internacionais de reconstrução se instalaram, e a esperança por dias melhores se fez sentir. Hoje o mercado informal mobiliza a população que tenta sobreviver em um país rico em petróleo e diamantes e que necessita criar urgentemente políticas justas para evitar poucos ricos e muitos pobres. 

O projeto de assistência jurídica gratuita que implantamos também ajudou a população e trouxe mudanças, porque buscamos uma forma de barrar as prisões de refugiados, dar formação aos refugiados e autoridades, lutamos por uma vida mais digna, exigimos que as Convenções Internacionais das quais Angola faz parte fossem cumpridas e igualmente as leis nacionais.
Às vezes eu não sabia qual técnica usar, não pensava mais na advocacia, mas em que forma poderíamos fazer o trabalho para ajudar as pessoas. Tivemos de lidar com pessoas problemáticas e aprender a convencê-las, mudar de opinião e atitudes. Graças a Deus, nossa equipe era unida, corajosa, otimista e motivada em princípios, valores e na missão do SJR de acompanhar, servir e defender os refugiados e requerentes de asilo em qualquer circunstância ou condição.”
Curiosidades
Angola tem uma população aproximada a 15 milhões e mais de 50% têm menos de 20 anos de idade. A expectativa de vida gira em torno de 38 anos para o homem e 44 anos para a mulher. No continente africano a Angola é o segundo produtor de petróleo, quarto em diamantes. A agricultura é primitiva e necessita ser desenvolvida, a população vive com 1 dólar americano por dia. É no mundo o segundo em mortalidade infantil. O sistema político é presidencialista, e o atual presidente está no cargo 32 anos. Desde 2002 o país iniciou a reconstrução em todos os sentidos, tais como vidas e infra-estruturas. Atualmente o custo de vida é muito elevado devido à importação da maioria dos produtos alimentícios. Muito deve ser feito por lá, e a qualidade de vida está melhorando com possibilidades de ser ótimo país de referência no continente africano.

REFUGIADOS DA ÁFRICA

 Na Interdisciplina  Étnico- Raciais  na Educação; História e Sociologia fomos  convidados a construir um  vídeo sobre questões Étnico - Raciais e Diversidade na Educação. 
São temas bastante polêmicos  e alguns não temos muitos conhecimentos como é o caso sobre os Refugiados  da África. 
Meu tio Paulo Welter morou 6 anos no campo do Refugiados  da África  com a missão de construir escolas. foram anos difíceis  tanto para nós da família quanto para ele,pois,  durante esse período seus pais aqui no Brasil  faleceram e também ficou doente várias vezes devido a situação precária que vivia.

“Não tem maior dor no mundo que a perda da sua terra natal”. A frase atribuída ao poeta grego Eurípides, ilustra bem o drama dos refugiados e imigrantes que precisam deixar o seu lugar para tentar a sorte de uma vida melhor em lugares por vezes desconhecidos e carregando consigo somente a esperança de sucesso nesse novo lugar.
 
Guerras, fome, falta de condições para uma vida digna. São algumas das causas que levam um número considerável de famílias a abrirem mão de viver em seus países ou cidades. No entanto, os rótulos dados a estas pessoas ainda são muito fortes e na há uma compreensão integral da situação delas.
 
foto“No mundo globalizado jamais será possível entender a existência de pessoas refugiadas. Falta globalizar o ser humano. Mas isso será muito difícil, uma vez que, nesse processo de globalização, faltam valores éticos necessários no relacionamento de respeito entre as pessoas. Parece-me ser muito difícil a globalização sem valores humanos e sem união entre as pessoas. Assim sendo, o “rótulo” continuará nas pessoas refugiadas, muitas vezes vistas e reconhecidas como sem valor, como a massa sobrante da sociedade”, afirma Paulo Welter (foto), diretor do JRS (Serviço Jesuíta de Refugiados) em entrevista concedida à IHU Online (Instituto Humanitas Unisinos).
 
Paulo Welter é graduado em Ciências Jurídicas pela Unisinos, assessor do projeto Pró-Haiti e de 2008 a 2011 foi diretor nacional do Serviço Jesuita aos Refugiados em Angola.
 
Desde 2010, o Brasil já recebeu, aproximadamente, 5 mil haitianos. Rosita Milesi, diretora do Instituto Migrações e Direitos Humanos, também em entrevista concedida à IHU Online, esclarece qual o perfil dos haitianos que chegam em terrtório nacional, “Em síntese, os haitianos, ao chegarem ao Brasil, tem apresentado pedido de refúgio, mas, sendo eles efetivamente imigrantes, a solução migratória concedida pelo Conselho Nacional de Imigração é a Residência Permanente por razões humanitárias”.
 
Ir. Rosita ainda aponta que a migração é uma característica natural da humanidade, “Os seres humanos sempre migraram no decorrer da história. No entanto, no começo do século XXI, as migrações são motivadas, como diria Bauman, sobretudo pela busca de inclusão biológica – a sobrevivência – e da inclusão social – a plena cidadania. O mundo moderno universalizou os direitos humanos, mas os negou a grande parte da população mundial”.
 
Ainda assim, é grande o número de haitianos que chegam ao país em busca de emprego. A cidade de Brasiléia, no Acre, recebeu cerca de 600 haitianos nesse mês Eles são enviados para outras regiões do país. Alguns já com empregadores interessados na mão-de-obra que eles podem oferecer.
 
Fonte: IHU Online