Coruja

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quinta-feira, 6 de julho de 2017

QUESTIONAMENTOS SOBRE A NOSSA ATUAL EDUCAÇÃO

Algumas semanas atrás veio aqui na minha casa uma grande amiga minha que é  pedagoga e psicologa, mas atualmente não está atuando, pois esta aposentada e volta e meia ela traz para mim revista sobre assuntos referentes a área de educação, pois sabe que gosto muito de ler sobre isso e  numa dessas revistas  da  Nova escola, me deparei com  Série Especial na qual se discutia os vários Retratos da Exclusão (fevereiro/2014), neste texto o que mais me marcou foi que no Brasil temos 7,5% das crianças entre 4 e 17 anos que não frequentam à escola. Isso significa que no país encontramos um número aproximado de 3.366.299 de pessoas, conforme Pnad de 2012, que se encontram fora da escola, aí fiquei me questionando sobre todos os assuntos abordados e estudados ao longo dos semestres que nós enquanto escola somos tão cobrados pela sociedade, onde precisamos nos aperfeiçoar ir em busca de de nosso objetivos  se queremos continuar  com a nossa profissão, e por que as autoridades do nosso país não fazem questão de ajudar mais  as pessoas  que também possuem sonhos e objetivos na vida.
- Será que  as autoridades não possuem acesso a esse material?
 Sei que estou indignada ao ler esse texto, pois a educação segunda a legislação brasileira  não era para todos?
-  E  por que essas crianças e adolescentes não tem acesso à educação em pleno século XXI?

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Várias são as situações, mas com certeza os mais atingidas são as populações que se encontram em mais vulnerabilidade, como: as negras, as indígenas, quilombolas, pobres, sob risco de violência, exploradas e com deficiências de aprendizagens. No texto, se identificava várias medidas que poderiam ser realizadas para reverter esse quadro como o aumento do número de escolas, escolas com acessibilidade para alunos com deficiência, reforma das escolas já existentes, transporte escolar, profissionais especialistas, valorização de seus profissionais docentes, enfim  situações demonstrando que é complexa a questão, entretanto o que os vários setores fazem na realidade é burocratizar ainda mais o conhecimento em prol de uma eficiência produtividade para o mercado. 
Sabemos que não são questões fáceis de serem respondidaS e de serem solucionadas, tanto que temos em nossa sala de aula uma diversidade muito grande de realidades e nós professores necessitamos ensina-los dentro destas incertezas. 
Mas afinal devemos prepara-los para o que? 
Foi quando me lembrei de uma passagem no livro do Paulo Freire, Por uma Pedagogia da pergunta, em que Antonio Faundez descrevia uma de suas férias escolares na qual ele trabalhava junto com uma família araucana e refletiu sobre qual seria o sentido e a importância do saber ler e fazer contas para aqueles camponeses? 
Sua conclusão naquele momento foi que a importância maior era o de lutar contra a injustiça e para isso teve que respeitar o cotidiano daquela realidade e a partir do entendimento das marcas culturais daquela família poder criar caminhos de mudanças, será que ai não está uma das respostas para os problemas encontrados atualmente, acharmos os caminhos contextualizados para que nossos alunos possam fazer as mudanças e desta forma poderem reorganizar a sociedade de uma forma mais justa.
"Na medida em que as massas não detêm o saber que o intelectual possui, elas não detêm o poder. E esse desprezo pelo saber popular afasta o intelectual das massas." (Freire, 1985)

“Saímos para o exterior, não para descobrir o segredo dos outros, mas para descobrir o segredo de nós mesmos.” (Mariátegui)

Fonte:
Retratos da exclusão - Revista Novaescola 
FREIRE, Paulo. Por uma pedagogia da pergunta. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1985.

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Projeto de Aprendizagem - Faciliitador do conhecimento

    
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 Conforme o Antoni Zabala Vidiellas nos esclarece que as relações e a forma de vincular os diferentes conteúdos de aprendizagem de uma unidade didática é o que denominamos organização de conteúdos, esses conteúdos geralmente são apresentados separadamente em aula, porém possuem mais potencialidade de uso e de compreensão quando são relacionados entre si.
     Os estudos e práticas sobre os conteúdos disciplinares vêm comprovando que estabelecer relações entre os diversos conteúdos vem desenvolvendo de forma mais intensa e crítica do aluno.
      Concordo que a organização dos conteúdos não é um tema menor, ela responde ao que se quer alcançar na educação, ao protagonismo do aluno como sujeito ativo na construção do conhecimento facilitando a construção.
    Todo professor deve levar em conta: a situação da realidade, questões ou curiosidades, instrumentos disciplinares, formalização, aplicação a outras situações e a revisão integradora. 
    Assim, não devemos seguir ao pé da letra um método globalizado ou outro qualquer, devemos integrar o conhecimento a situação do aluno, partir da sua realidade e de sua curiosidade do mundo em que vive fazendo com que compreenda a sociedade e participe nela construtivamente.

Aprendizagem por projeto:

·         Parte do interesse, da curiosidade dos alunos.
·         Considera o conhecimento prévio da realidade vivida pelo aluno sobre o tema.
·         Atende os interesses e necessidades.
·         Regras definidas entre professor e aluno.
·         Apropriação do conhecimento específico.
·         O aluno constrói o conhecimento.
·         Dúvidas partem dos alunos.
·         Aluno interessado a buscar a resposta.
·         Motivação intrínseca do aluno.
·         Aluno se sente desafiado.
·         Tema e assunto têm significado para o aluno.
·         Elaborado pelo grupo, consenso de alunos e professores.
·         O professor é orientador e o aluno é agente.

Projeto de Aprendizagem

Na Interdisciplina Projeto Pedagógico em Ação desse semestre vem com um objetivo de aplicar com nossos alunos um projeto de aprendizagem, onde o objetivo principal é a questão a ser pesquisada   que parta da curiosidade, das dúvidas, das indagações do alunos. 
Sendo assim comecei a observar  as perguntas  que  os alunos da Pré - Escola faziam durante as aulas, fazendo o registros dos mesmos ,mas  um dia durante a realização de um jogo pedagógico  sobre o fundo do mar surgiu a pergunta; Por que a água do mar é salgada? Todos começaram  a interagir com aquela  pergunta dando suas opiniões, ao longo dessa assunto percebi que para alguns não havia despertado  essa interesse ainda. Esse assunto dias após  todos estavam se perguntando sobre esse assunto, sendo assim como toda a turma estava envolvida no mesmo tema esse foi então a nossa questão de investigação.
Segue abaixo  o  cartaz do registro do nosso projeto realizado.

 Depois ter escolhido a nossa questão de investigação, partimos para as dúvidas e certezas provisorias  da turma, foi uma semana de indagações  sobre as certezas temporárias e dúvidas  provisórias sobre o tema.
  Dúvidas  Provisórias
-  Por que  só a água do mar é salgada?
- Da onde  vem  o sal que salga  a água do mar?
- Sal da água do mar  pode ser usado para salgar  a nossa comida?
     Certezas  Temporárias
Não  pode ser consumida  em in- natura.
- A água  do mar é salgada.


Partindo desses princípios  começamos as nossas  investigações de pesquisas usando vários meios diferentes   para  realiza-las.Como por exemplo pesquisa na internet com ajuda dos pais, pesquisa em livros e revistas , enquete  com o corpo docente da escola.


Após realizar algumas questões de investigação  sobre o nosso projeto de aprendizagem , construímos o mapa conceitual sobre  as descobertas realizadas durante as nossas pesquisas realizadas. A turma estava bastante colaborativa  e envolvida  durante essa atividade, pois algumas questões já estavam  esclarecidas.
Segue abaixo  o  cartaz do registro do nosso projeto realizado.

  Para finalizar posso dizer que foram semanas , meses  de muita descoberta, aprendizagem , alegria por parte dos alunos como também por parte dos pais, na qual a grande maioria participou no projeto enviando materiais a respeito do assunto, isso para os alunos foi muito interessante  ter  e ver essa participação acontecer dentro da sala de aula.
O nosso projeto de pesquisa foi realizado com muito sucesso, apenas a nossa  palestra com o  Oceanólogo, não foi realizado por falta de autorização por parte da direção da escola.
Acredito que as aprendizagens durante o nosso projeto foram significativas e inovadoras, nesse sentido posso dizer o  projeto de aprendizagem  favoreceu especialmente a aprendizagem de cooperação, com trocas recíprocas e respeito mútuo.  Isto quer dizer que a prioridade não é o conteúdo em si, formal e descontextualizado.  A proposta é aprender conteúdos, por meio de procedimentos que desenvolvam a própria capacidade de continuar aprendendo, num processo construtivo e simultâneo de questionar-se, encontrar certezas e reconstruí-las em novas certezas.  Isto quer dizer: formular problemas, encontrar soluções que suportem a formulação de novos e mais complexos problemas.  Ao mesmo tempo, este processo compreende o desenvolvimento continuado de novas competências em níveis mais avançados, seja do quadro conceitual do sujeito, de seus sistemas lógicos, seja de seus sistemas de valores e de suas condições de tomada de consciência.

domingo, 2 de julho de 2017

O PROCESSO DE AVALIAÇÃO









 Falando sobre avaliação de um aluno, nós enquanto professores precisamos ter primeiramente em consideração o nosso planejamento se o  mesmo está de acordo com a realidade da turma e nós profissionais precisamos  estar atentos para cada etapa de desenvolvimento do aluno, muitas vezes o aluno nos mostra em pequenos  gestos  as suas fragilidades ou até propriamente as suas descobertas e conquistas. O processo de avaliação de um aluno  não pode ser considerada uns dias antes de fazer os pareceres e sim o desenvolvimento ao longo de todo o trimestre. Trabalho com a Educação Infantil desde 2008 e sempre com a turma de Pré – Escola onde a avaliação é realizada de forma descritiva, o registro das dificuldades, conquistas e descobertas são de extrema importância para montar a avaliação do meu aluno levando em conta a sua bagagem de conhecimento trazido de casa no final de um trimestre. A partir desse vídeo da professora Jussara,  entendi e aprendi mais sobre os métodos avaliativos na educação infantil, para que eu possa de maneira significativa melhorar minha prática pedagógica e sistema avaliativo com meus pequenos.Gostei muito do vídeo  da pedagoga Jussara Hoffmann quando ela se refere ao processo avaliativo que  significa  aprender a  questionar,  no caminho de elaboração de uma prática de natureza  dialética, o que significa que deve intermediar  a relação entre professor e aluno, sendo que o ultimo deve ser o sujeito dessa prática.  O aluno como sujeito livre e autônomo, respeitando o professor como grande mediador tanto do saber como da construção do mesmo. Avaliar nessa perspectiva não poder ser  visando a punição, ou seja, a reprovação, mas tão somente a aprovação.  São questões importantes  ser refletidas  tanto na nossa prática como também nossas escolas que muitas vezes ouvimos colegas, profissionais da educação comentando a questão de avaliação como  algo  tradicional  não levando esses aspectos citados acima, e sim estão ligados somente nos números somativos de provas  e trabalhados realizados ao longo do semestre. 

Educação Infantil: o olhar sobre as crianças. Fotos Danela Toviansky
"A criança não pode se sentir integrada a uma escola que lhe proporciona uma situação constante de prova, de teste, onde a tensão se mantém e onde ela e sua família são prejulgadas e responsabilizadas pelo fracasso", alerta Jussara Hoffmann, mestre em avaliação educacional pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), no livro Avaliação e Educação Infantil - Um Olhar Sensível e Reflexivo sobre a Criança (152 págs., Ed. Mediação, tel. 51/3330-8105, 42 reais).
Por tudo isso, é fundamental a construção de um modelo que leve em conta o processo educacional, baseado em informações recolhidas ao longo do tempo por meio de situações significativas no contexto das atividades realizadas pelos meninos e pelas meninas e que atenda ao que eles conhecem e são capazes, sem nunca serem penalizados pelo que ainda não sabem.

Esses pontos pressupõem um planejamento que guie todos no sentido da concepção de avaliação que se quer implementar, a formação em serviço dos professores e a elaboração de instrumentos que consigam registrar o percurso realizado e dividir os avanços com as famílias. Com o objetivo de colaborar com essa reflexão e com a transformação de tudo isso em ação efetiva, esta reportagem esmiúça cada uma das etapas desse ciclo que se retroalimenta constantemente.

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Fatores intra e extra-escolares que interferem, impedindo ou promovendo a aprendizagem com qualidade.


Como sabemos, é responsabilidade do poder público, oferecer condições favoráveis para que a escola funcione adequadamente e onde realmente aconteça a aprendizagem dos sujeitos. As nossas escolas públicas, estão sucateadas, isto é visível, real.
Na minha concepção, não podemos ficar esperando por melhores condições, e temos sim obrigação de desenvolver, apesar das dificuldades, com eficiência, qualidade e dedicação a nossa prática pedagógica e administrativa com o objetivo de melhorar os índices de aproveitamento da escola. Não para a mídia poder publicar ou reconhecer, mas para o efetivo crescimento dos sujeitos e melhora de sua condição de vida.
As dimensões extraescolares que dificultam os avanços, cito as obrigações do Estado com a educação, como já mencionei acima, e concentração de renda e desestrutura familiar.
As dimensões intra-escolares, evidencio que ainda temos uma ação pedagógica deficiente, que não inclui, e não atinge a todos.
 Precisamos, estudar mais, repensar antigas práticas, para avançar diante destes novos desafios da educação. A sociedade se modificou, a escola precisa acompanhar as mudanças também, se adequar. É urgente oferecer uma escola que acolha mais, se diferencie e proporcione ao educando uma aprendizagem mais prática, com mais qualidade, e que permita uma melhor condição de vida dos alunos, suas famílias e de toda a comunidade onde atuamos.

quarta-feira, 28 de junho de 2017

REFLEXAO SOBRE O TEXTO; A prática do Educador; compromisso e prazer


Ao ler o texto; ``A prática do Educador; Compromisso e prazer`` percebi que o texto aponta pontos importantes  para fazermos uma reflexão sobre o compromisso  que um educador possui dentro de uma sala de aula, podemos perceber  que ele apesar de ser considerado um  individuo mediador  da aprendizagem,  ele  realiza uma atividade fundamentalmente social, porque contribui para a formação cultural e científica do povo, tarefa indispensável para outras conquistas democráticas. A característica mais importante da atividade profissional do professor é a mediação entre o aluno e a sociedade, entre as condições de origem do aluno e sua destinação social na sociedade, papel que cumpre provendo as condições e os meios. O sinal mais indicativo da responsabilidade profissional do professor é seu permanente empenho na instrução e educação dos seus alunos, dirigindo o ensino e as atividades de modo que estes dominem os conhecimentos básicos e as habilidades, e desenvolvam suas forças, capacidades físicas e intelectuais, tendo em vista equipá-los para enfrentar os desafios da vida prática no trabalho e nas lutas sociais pela democratização da sociedade. Por compromisso, entendo o envolvimento, o profundo engajamento com o aluno no plano intelectual e afetivo, o qual deve ser perpassado por uma postura de "paixão", de "prazer" pelo trabalho e ainda  na existência de uma escola que tenha um projeto articulado, que funcione de modo eficaz passa necessariamente pela construção de uma prática coletiva, por um sentimento de solidariedade entre professores x professores x alunos pois é nesse meio que o meio ambiente escolar chama a atenção pois é um espaço que possibilita o encontro sistematizado de seus membros para a discussão e reflexão dos problemas e dificuldades que cada um enfrenta no seu cotidiano.

Para tanto percebemos que o compromisso do professor  com sua prática docente precisa ser realizada de forma prazerosa para  poder ser significativa na aprendizagem do aluno.

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domingo, 25 de junho de 2017

PRECISAMOS INVESTIR NA LEITURA

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  Acredito muito  que  fazendo estimular a criança desde cedo com o mundo da imaginação e interpretação de imagens é ter um adulto pensante  e reflexivo de suas  ações. 
Analisando  minha prática em sala de aula  percebo que  exploro muito esse mundo de  imaginação, pois gosto muito de começar as minhas aulas, lendo uma história sobre o que quero e preciso trabalhar com meus alunos, para eles a partir da conversação pós leitura possam tirar suas próprias conclusões, ou então escolher  um aluno para  contar para os demais colegas uma história fazendo a leitura  de imagens, pois meus alunos ainda não estão  lendo mas sim estão no início de sua alfabetização Pré- Escola, onde esse contatos são de extrema importância  na vida de uma criança.
Olhando por outro lado  fazendo uma reflexão minha como acadêmica, percebo que muitos desdes estímulos  na minha infância não foram oferecidos, e percebo como isso afeta na nossa vida, eu fui estimulada na matemática porque minha irmã  mais velha tinha muita dificuldade e o lado da leitura  foi deixada um pouco de lado  pelos meus pais, e hoje posso dizer que minha maior dificuldade sempre foi conseguir ler um livro ate o final, mas confesso que agora adulta estou correndo atrás dificuldade e a Interdisciplina do Seminário Integrador V  veio de uma forma muito estimulante e reflexiva esse semestre para esse assunto sensível sobre a leitura  e analise  de postagens realizadas nos nossos blogs e a dos colegas.
No entanto percebo que todos precisam investir em leitura e reflexão. Isso é um  ganho cultural certeiro para ocupar espaços que a vida oferece. Ler é divertido e fundamental. O único patrimônio que ninguém tira do ser humano é o conhecimento. Castro Alves disse-o em poesia: “O livro, caindo n’alma, é germe que faz a palma, é gota que faz o mar”.
Quem lê com prazer não se enfastia. Faz o leitor entender, interpretar e contar as histórias lidas, desenvolvendo, por acréscimo, a capacidade de escrever e questionar o mundo. É preciso “curtir” a leitura para tirar proveito dela. E o escritor não deve desconhecer que o leitor, além da informação, quer algo mais que o faça pensar, emocionar, e, sobretudo, divertir.
Ler é um aprendizado que convém começar na infância. Um desafio para pais e educadores. Nenhum programa de estímulo à leitura terá resultado satisfatório se faltar o exemplo na escola e no lar. O incentivo poderá começar pelo ato de presentear a criança com livros em datas especiais e premiá-la pela arte de explicar cada texto lido.
Para isso também é preciso estimular o professor a trabalhar com a leitura prazerosa em sala de aula e em parceria com os pais do aluno, seja o destinatário criança ou jovem. Isso é ainda mais necessário quando o próprio professor não teve experiências com a leitura, situação que poderá levá-lo a alguma metodologia inadequada, arriscando-se a efeito contrário ao desejado.
O poder da leitura tem feito muita gente vitoriosa, a exemplo do sorridente Barack Obama, que “devorou” muitos livros para se abastecer de conhecimentos e se tornar o primeiro negro a chegar ao maior posto político do mundo. E a leitura tem transformado até perigosos presidiários como o famoso ex-cirurgião plástico Hosmany Ramos, condenado a mais de meio século de prisão por assassinato, hoje recuperado e feito escritor, graças à literatura (Correio Popular, de 9/1/2009).
O hábito da leitura é, acima de tudo, uma arte, e  conforme bem percebido pelo nosso grande Monteiro Lobato, não sendo demais lembrar que a melhor maneira de se guardar um livro é fazê-lo circular. Vamos em frente!

quarta-feira, 7 de junho de 2017

DINÂMICA MEU MONSTRINHO

Na aula  presencial da Interdisciplina  Organização  do Ensino Fundamental, foi realizada uma dinâmica   muito legal sobre A RECEITA DO MONSTRINHO, onde tivemos que  que obedecer os comandos da professora.

Segue abaixo a receita:

- Uma cabeça redonda e grande;
-Um corpo coberto de pêlos;
-  Braços grandes, mãos pequenas e garras bem afiadas;
-pernas curtas;
-Pés grandes e arredondados; 
-Olho no meio da testa;
-Orelhas pontiagudas;
-Nariz com narinas quadradas;
- Boca grande e dentes falhados;

Esse momento  proporcionado a nós foi de muita  alegria, distração  e  socialização da turma .
 A dinâmica vem por um objetivo de  respeitar o ritmo, a criatividade e a compreensão  do mundo do seu jeito.

 Essa mesma atividade foi realizada com  a minha turma de Pré - Escola, onde foi dada as mesmas orientações   e cada um desenhou o seu monstrinho e no final realizado uma reflexão sobre  os  desenhos realizados.
- Todos os monstrinhos são iguais?
- Por que os monstrinhos não ficaram iguais se a professora falou a mesma coisa para todos?
 Após todos os alunos apresentaram seus trabalhos para seus colegas ,falando de sua dificuldade na hora de desenhar e também  cada um falou o nome para seu monstrinho.

Percebi que  a criatividade e o envolvimento deles com a atividade foi muito legal, pois ao longo de cada  comando eles interagiram de uma forma , por exemplo se questionando se ele é monstro tudo precisa ser grande. A interação  com a atividade foi um sucesso pois, todos se envolveram muito na atividade e inclusive  na hora da chegada dos pais , eles comentaram que eles iriam realizar  essa atividade  com eles.
 Como realizamos umas atividades essa semana referente a Semana  do Meio Ambiente  eles então resolveram adaptar esse monstrinho  como um personagem invisível  que irá cuidar com eles o  Meio Ambiente.







domingo, 4 de junho de 2017

GESTÃO DEMOCRATICA ESCOLAR NO BRASIL

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Ao ler o texto; Organização da educação escolar no Brasil na perspectiva da gestão democrática: sistemas de ensino, órgãos deliberativos e executivos, regime de colaboração, programas, projetos e ações.
   Relacionar  alguns conceitos com a nossa prática docente é muito interessante  pois, atuo  na prática docente a 9 anos  e a grande maioria das escolas onde atuei sempre  me envolvi a algum órgão da escola como  presidente do CPM, coordenadora pedagógica e a na criação do PPP da escola. Sempre realizando atividades  de forma  gestão democrática, para o bom desenvolvimento  e andamento  da Instituição.
 Atualmente  não estou  envolvido  a nenhum  órgão  gestor  citado acima  mas, percebo que  muitas vezes  os membros  que são compostos por fazer parte de algum órgão gestor são convidados ou indicados mas,  ao longo  do tempo  deixam de se envolver perdendo interesse afetando o bom desenvolvimento da escola.
Como professora ,mãe  estudante de Pedagogia e analisando  esses aspectos  percebo  como esses fatores citados  nas atividades  são de extrema importância  para o funcionamento  da escola  ou seja,  ela precisa ser organizada  no sentido  de que  suas ações, que devem  ser eminentes  educativas, atinjam os objetivos  e de formar sujeitos concretos , participativos , criativos  e críticos, nesse sentido o papel do professor  tem grande importância  para resgatar  esses objetivos   criando projetos que envolvem os pais, a comunidade  em si  para o bom desenvolvimento  na Instituição Escolar.

domingo, 7 de maio de 2017

Projeto de Aprendizagem na Educação Infantil




          Durante esse semestre na Interdisciplina  de Projeto Pedagógico em Ação, teremos um desafio  de realizar em sala de aula um Projeto de Aprendizagem.
Algumas semanas já se passaram e  o meu Projeto de Aprendizagem está aos poucos criando forma, sei que no inicio  foi muito difícil, pois o mesmo está sendo realizado com crianças de 4 e 5 anos de idade, pois ainda não possuem conhecimento prévio, mas para ter uma proposta  de estudo e aprendizagem comecei  a ser mais atenta as perguntas e brincadeiras  realizadas em sala de aula, até que um dia  durante um jogo pedagógico  referente ao mar,  um aluno me questiona  por que a água do mar é salgada ? Nesse mesmo instante alguns alunos terem suas ideias  e percebi que  essa pergunta percutiu várias semanas na  sala de aula.
E hoje é a nossa  questão de investigação  para o nosso projeto.
 Após as leituras realizadas  na Interdisciplina sobre o Projeto de Aprendizagem  o autor Hernandez (1998) esclarece-nos  sobre a importância conectar  o que se aprende  na escola  com as preocupações dos alunos. Esse por sua vez deverá ser protagonista  da sua  própria  aprendizagem.
          Nesse sentido podemos dizer que  esta existindo um  novo olhar para a aprendizagem dos nossos alunos onde o Projeto de Aprendizagem entra em ação , promovendo um aprendizado  através de um enfoque  baseado  em indagações  para os nossos alunos  com questões  e conflitos  que seja,  reais  e relevantes  a suas vidas.
         Na nossa sala de aula  o Projeto de Aprendizagem  auxilia o professor  introduzindo  novas formas  de ensinar  e aprender, oportunizando uma interação maior  entre o relação professor e aluno permitindo que o aluno possa construir um universo  de ações diversificadas e tenha uma participação ativa e motivadora no processo de aprendizagem.
Durante o execução do nosso  Projeto  de Aprendizagem  fui percebendo que o professor desempenha  o papel de mediador,  e quebra os paradigmas  antigos e tradicionais de ensino,e nesse sentido podemos perceber que o aluno desenvolva  habilidades  e competências  a respeito   de qualquer assunto , usando estratégias  diferentes de aprender.
         Portanto o Projeto de Aprendizagem  ele visto como um facilitador de aprendizagem para o aluno,  ele pode e sim ser desenvolvido em qualquer  entidade de educação depende do professor fazer o uso do mesmo, claro que para algumas instituições ele ainda é desconhecido.


domingo, 23 de abril de 2017

A ansiedade um problema atual das nossas crianças

Estamos vivendo numa época onde a pressão da sociedade exige da criança um amadurecimento cada vez mais cedo.Essa pressão faz com que a criança sofra com a ansiedade.
A ansiedade na criança é a manifestação exagerada de preocupações diante de alguma  situação teoricamente simples. Muitas vezes nas escolas escutamos que o aluno não queria ir á escola que está com dor de barriga, febre ou ate mesmo dor de cabeça  na verdade  essas somente são algumas sintomas  de transtornos de ansiedade que estão ocorrendo,  que  não são manhas, como muitas vezes nós adultos interpretamos.  
Um exemplo bem simples aconteceu com minha filha de 4 anos, outro dia  estava conversando  com ela a questão do dormir sozinha no quarto dela  durante a noite, no inicio pediu algumas modificações no quarto  e nas primeiras noites estava  motivada  para dormir no seu quarto sozinha,  algumas semanas se passaram e começaram as desculpas  que estava com dor de cabeça, no inicio interpretei como manha, mas  durante  um passar  do tempo  as crises de choro de dor de cabeça aumentava. Liguei para uma grande amiga minha que é Psicóloga ela me relatou que minha filha estava sofrendo   uma pequena ansiedade, pediu para conversar muito com ela e dedicar o tempo possível  para ela e demostrando constantemente  o meu amor por ela.
Segundo Erickson e sua teoria Psicossocial do desenvolvimento  afirma que   construímos  na infância  em termos de personalidade  não é totalmente fixo e pode ser  parcialmente  modificada  por experiências  posteriores.  Analisando o comportamento humano percebemos que a partir do século xx, foi dada uma maior atenção para os estudos  humanos onde o foco está voltado para o eco estudo das características  e a personalidade de cada individuo.

    Portanto se nessa fase da vida a criança não recebe uma atenção especial e em alguns casos uma ajuda psicológica, caso contrário irá  levar para a vida adulta essa ansiedade, que  irá se agravando cada vez mais conforme os estágios de desenvolvimento que a criança  irá passar  segundo Piaget.