Coruja

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quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Desenvolvimento saudavél


A música também contribui positivamente para o desenvolvimento da criança, quando empregada em contexto adequado. De acordo com a psicóloga Aline Maciel, “a música desenvolve a percepção, a concentração, a observação e a criatividade da criança”.

Ao mesmo tempo em que a música possibilita essa diversidade de estímulos, ela pode estimular também a absorção de informações e a aprendizagem, principalmente no campo do raciocínio lógico, da memória, do espaço e do raciocínio abstrato. A especialista ressalta que essas características são desenvolvidas “dentro de melodias suaves, de construções harmônicas adequadas e letras construtivas”.

 A música também traz efeitos muito significativos no campo da maturação social da criança. É por meio do repertório musical que a criança se inicia como membros de um grupo social. Além disso, a música também é importante do ponto de vista da maturação individual, isto é, do aprendizado das regras sociais por parte da criança.

domingo, 1 de novembro de 2015

Pink Floyd - Another Brick In The Wall


FASES DE DESENVOLVIMENTO SEGUNDO FREUD

Sexualidade na infância é assuntos interligados. Esse desenvolvimento psicossexual se divide em cinco fases ou estágios:

v  Fase oral: ocorre entre de 0 a 2 anos. Nesta esta relacionada à excitação da cavidade oral e dos lábios onde esta associada diretamente à alimentação tendo a boca como fonte de prazer, sugar o seio da mãe, os dedos a chupeta, se alimentar. A boca se caracteriza como primeira área do corpo onde o bebe concentra sua libido, e o mesmo podem controlar.
   

v  Fase anal: ocorre entre dois a quatro anos. Fase do controle dos esfíncteres onde a criança terá de aprender que existe um lugar certo pra fazer xixi e coco. Associado a estar limpo e estar sujo. Nessa hora ocorre aquilo que chamamos desfraldamento quando a contatos real e visual com suas produções fisiológicas e o controle dos esfíncteres músculos anulares que regulam o transito de órgãos como a bexiga e o intestino.


v  Fase fálica: ocorre dos quatro aos seis anos. Onde ocorrem as maiores explorações e descobertas a respeito de seus órgãos sexuais. Nesse momento eles percebem a diferença entre o corpo feminino e o masculino de maneira mais evidente e a mais interesse no corpo do outro. Nesta fase a zona de erotização e o órgão sexual, focalizando prazer nas genitálias. Quando as crianças começam a adquirir consciência das diferenças sexuais corporais e surgem interesse e brincadeiras com o sexo oposto, o que leva as crianças a descobrir que seus órgãos sexuais são diferentes.
    


v  Fase de latência: usada por Freud para compreender o intervalo no desenvolvimento da sexualidade infantil geralmente identificada entre os seis e dez anos de idade. O estado daquilo que e latente, que por sua vez significa algo que não se vê.  E o tempo que estabelece, por exemplo, entre um estimulo e uma resposta, pode ser considerada antes de qualquer coisa um intervalo, a fase de latência esta localizada entre  as fases fálica e genital ou entre a organização infantil e adulta. Segundo Freud e nesse período que se desenvolvem atitudes como a vergonha e a moralidade que serão determinantes no encaminhamento dos desejos sexuais que serão despertados na puberdade.



v Fase genital: ocorre entre onze a dezoito anos. Se da com a chegada da puberdade (que diz respeito às mudanças físicas e biológicas) e da adolescência (maturação psicológica) na puberdade ocorre a maturação sexual que nas meninas se inicia aos dez anos de idade, aumento dos seios pelos pubiano , pelos axilares pode ocorrer a presença de corrimento vaginal que se da de seis a doze meses antes da primeira menstrua cão(menarca). Já nos meninos a maturação sexual pode ser percebida pelo aumento do volume dos testículos que ocorre em media aos dez anos de idade. O crescimento do pênis se da um ano após o crescimento dos testículos e a primeira ejaculação (espamarca) ocorre entre os doze anos, a mudança de voz e a q ocorre mais tarde.


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domingo, 18 de outubro de 2015

As tecnologias e a sala de aula


Reflexões
A escola, enquanto local de aprendizado curricular, faz-se presente, ainda, de maneira muito positiva e racional. Digo isto porque o aprendizado escolar não precisa basear-se nas plataformas informatizadas para desenvolver-se. O desequilíbrio está no que tange ao comportamento social que está distanciando-se cada vez mais dos interesses pedagógicos e educacionais. Para uns tantos, aprender não passa de uma obrigação. O questionamento dos "por quês" do mundo, das pessoas e da natureza não passa de vã-filosofia, afinal de contas está tudo pronto na internet; basta copiar e colar. Uma legião de pais elegeu a televisão como base da educação de seus filhos - veja a novela e faça igual - e somente descobrem mais tarde o preço a pagar por isso, quando são obrigados a tomar conta de seus netos.
Sabemos que os conteúdos da internet, e os recursos eletrônicos hoje disponíveis não podem ser subjugados. Eles são riquíssimos em informação e acesso facilitado à operacionalidade dos materiais e processos, porém é incrível a plasticidade de se resolver um problema para achar-se a área de um cone, utilizando-se apenas uma caneta, um caderno e um amigo para trocar ideias. 

Por isso, podemos acreditar que a difusão do conhecimento ainda está na escola. Precisamos eliminar o gasto de energia desnecessário na transmissão do pensamento, fazendo com que crianças e adolescentes acreditem que a escola é um local onde nos tornamos pessoas melhores. Rivalizar Informática x escola é uma briga muito desleal. Basta para isso ler algumas das respostas acima (com todo respeito à liberdade de expressão), porém saber ler, escrever e interpretar é preciso. Todos seríamos pessoas melhores se partíssemos desta premissa.

Nos dias de hoje, diante de um conflito entre o que o professor ensina e os recursos tecnológicos externos, até a formação deve ser diferenciada, pois os processos de construção de um indivíduo educador devem prever tais conflitos, os professores devem estar preparados para não se frustrarem por conta do desinteresse dos alunos e por causa da concorrência desleal que na maioria das vezes permeia as relações entre professor x aluno x tecnologia.